Pão com Azeite


Bem Vindos ao Pão!

Caros amigos(as): Sejam bem vindos à mesa! Puxe a cadeira, e saboreie desse pão. Caso não goste, não tem problema, vc continuará sendo meu amigo. Deixe sua opinião! Carioca, casado, e pai de duas lindas filhas. Objetivo do blog: Pensamentos e reflexões sobre a vida. E, acompanhando o pão com azeite, podem ser servidos: pães passados, pães vencidos, pães queimados, pães doces, pães amargos, mas sempre, para serem divididos e compartilhados. Sirvam-se e fiquem à vontade!



Meus Blogs:



Créditos:




Descobrir Alguém
Marcio Estanqueiro






Descobrir alguém, é como se descobrir. É içar velas em busca de mares desconhecidos. É flutuar sobre as ondas do corpo amado, e mergulhar no infinito do seu olhar!
Descobrir alguém, é não ter pressa de chegar, e criar a cada dia um motivo a mais, para juntos ficar, e saborear no balanço do vento, tôdo esse sentimento impossível de evitar!
Descobrir alguém, é inspirar o perfume da rosa, que de tão graciosa se esconde na essência do seu sorriso. É viver a vida em versos, e ao inverso sonhar com o seu pensar!
Descobrir alguém, é participação. É fogo, ar é tesão. É musica para o coração, e sinfonia para escutar acordes, sabores e luar. Eternizando momentos, difíceis de explicar!





Feliz Natal !!!




Arquivos:


HOME




Letras de Música




by letras.mus.br






Blogs que Leio:

Anonimato

Asa de Borboleta

A Vitrolinha

Bailar das Letras

Bambu Oco

Bavardage

Blog da Alicinha

Blogapuros

Caruzinha

Casa de Contos

Coração Valente

Converse com meus Neurônios

Cronicas de Monica

Devaneios da Dada

Cuidado estão te espiando

Desobjeto

Despudor@d@

Diario de mim mesma

Digitando

Digressiva Maria

Eeepa

Em Paz e Sorrindo

Encanto

-->

Encontro Marcado

Elenasnotes

Eu e pronto

Farofa na Neve

Festa de Babette

Fontinha

Jack não tá fazendo nada

Jardim da borboleta

Juju from USA

Lá longe

Letras Proibidas

Lilly dreamer

Loba corpus et anima

Maré

Meus Dias

Mikix

Morcego no Ar

Mundinho da Zandali

Nada Demais

Neandertalk

No limite da razão

Noite mágica

Olha aqui

Parque dos Dinossauros

Ponto G emini

Por mim mesma

Raios de Lua

Rascunho blog

Raios de Lua

Ramses

Revelações

Rosa Choque

Sound of Silence

Surreall

Tofutofora

Verso Explícito

Your Soul








Sites

Grupo Keystone

Jornais e Revistas

Links e Sites

Mil Imagens

Saúde Brasil

Tradutor






















Sábado, Dezembro 17, 2005





O Verdadeiro Natal

Marcio Estanqueiro


Sem dúvida, o Natal é a data mais festejada do Cristianismo. Nem mesmo os ateus conseguem fugir do Natal, e de uma ou outra maneira são confrontados com essa festa. Mas até que ponto conseguimos realmente compreender o significado do Natal?

Em pensamentos sempre lembramos da estrebaria e da criança na manjedoura. Mas esse é apenas um dos fragmentos visíveis do que aconteceu naquela ocasião. O Natal é muito mais. Ele é a primeira ligação entre o céu e a terra. Trata-se de um encontro da glória invisível de Deus com a nossa existência humana. O eterno e poderoso Deus, uma personalidade que não pode ser compreendido pelo nosso raciocínio, um poder que não pode ser expresso em palavras, enviou o Seu Filho Jesus para a Terra. Cristo, o Filho de Deus, teve de tornar-se homem!

Em um cartão de Natal estava escrito: "Se a nossa maior necessidade fosse informações, Deus nos teria mandado um pedagogo. Se nossa maior necessidade fosse tecnologia, Ele nos teria enviado um cientista. Se nossa maior necessidade fosse dinheiro, Deus nos mandaria um economista. Mas como nossa maior necessidade era perdão, Deus nos mandou um Salvador."

Certamente Deus poderia ter agido de outra maneira. Ele poderia ter dado uma aparência sobre-humana a Seu Filho, como a um anjo, enviando-O para a Terra, mas assim Jesus não ter-se-ia tornado homem, e Ele também seria sempre visto somente como um ser sobrenatural, portanto era necessário que Jesus viesse na forma de homem. " E achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai ". Fp.2:8-11

Jesus tornou-se homem. Ele começou a Sua vida como todos nós: Ele nasceu num mundo perdido. Ele não teve nenhum lar seguro, pois pobreza, inquietação e fuga caracterizaram os primeiros dias da Sua vida. Assim como nós, Ele foi tentado a ser desobediente, a não fazer a vontade do Pai, como diz as Escrituras: "E, tendo jejuado, quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome. Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem pães. Mas Jesus lhe respondeu, está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus". Mat.4:2-4

Com Ele aconteceu exatamente o mesmo que ocorre a milhões de pessoas em nossos dias. Jesus foi homem como nós, teve fome, sentiu dor, e sede. Ele se identificou com você, porém sem pecado venceu a morte, para lhe dar Vida, e vida em abundancia! Esta é a verdade sóbria do Natal!

Mas a mensagem do Natal é também o esplendor da glória de Deus que paira sobre todos esses acontecimentos. Embora Jesus tivesse se tornado homem, sua verdadeira glória não pôde permanecer oculta. Até os magos do longínquo Oriente reconheceram: lá em Belém nasceu alguém que é mais que simples homem! Eles o procuraram e tiveram um encontro com Jesus.

O Natal é o convite de Deus a nós seres humanos: venham, vejam meu Filho! O verdadeiro encontro com Jesus, o verdadeiro Natal, também fez com que os magos do Oriente mudassem os seus planos de viagem: "Sendo por divina advertência prevenidos em sonho para não voltarem a presença de Herodes, regressaram por outro caminho a sua terra" Mt.2:12. O encontro com Jesus protegeu-os de um novo encontro com o seu adversário. O Natal também é uma ordem de Deus a nós: siga por outro caminho! O grande perigo em relação ao Natal está na tradição exterior. Brilho de luzes e cânticos de Natal não fazem o Natal.

O encontro com Jesus abre os nossos ouvidos interiores para a exigência do Altíssimo: Abra a porta de seu coração e ceia hoje com o Mestre. Estamos dispostos a obedecer ao que Ele nos pede? Ele somente torna-se uma festa verdadeira se o encontrarmos de verdade e se por meio disso fizer morada em nosso ser: Jesus hoje está dizendo para você "Eis que estou a porta e bato, se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo" Ap.3:20.



post by: Marcio at 4:54 PM




Mary Poppins

Marcio Estanqueiro




Para mim não existe filme infantil melhor do que Mary Poppins! Clássico de Walt Disney da década de 60, arrebatou milhões de coraçõezinhos na empolgante aventura na "terra do faz de conta". Estrelado pela brilhante Julie Andrews e Dick Van Dick até hoje lembramos dessa obra com muito carinho.

O que mais me chama atenção nesse lindo filme é a fantasia de sair de um mundo real, para entrar num mundo virtual maravilhoso. Um mundo onde cavalos de carrosel podem nos transportar numa corrida fascinante, onde podemos conversar com pingüins, com cachorros e onde podemos flutuar se tão somente tivermos na mente pensamentos alegres edificantes, e cair do ar se ficarmos tristes... coisas assim difíceis de acontecer na vida real, mas que se tornam tão reais quando entramos no mundo da fantasia.

Por que estou escrevendo sobre esse assunto?

Estive pensando e traçando um paralelo entre as fantasias das crianças de ontem, com as fantasias das crianças de hoje, e cheguei a uma triste conclusão: Já não fazem fantasias como se faziam antigamente...

Nesta época de Natal as crianças de ontem já tinham escrito suas cartinhas para papai-noel, estavam esperando ansiosamente a véspera de Natal para receberem seus presentes, mesmo aquelas mais pobrezinhas sabiam que ganhariam nem que fosse uma boneca ou um carrinho, mas não ficariam sem ele.

Hoje, se você perguntar a uma criança dos seus 6 anos de idade se existe papai-noel, ela sem muito descaramento vai te dizer papai-noel é o meu pai, deixa de ser mané!!!

Eu me lembro quando era criança, ficava pensando como papai-noel poderia trazer os brinquedos de todo mundo. A sua carroça deveria ser muito grande! Que santa ingenuidade!
Hoje dizem que toda essa fantasia deve ser abolida, que tudo isso é jogada de comércio, que o dinheiro anda escasso e papai-noel não pode dar mais presente, papai noel morreu!

Não existe hoje mais encanto, não existe hoje mais fantasias sadias, tudo hoje é encarado de forma mais brutal, mais cruel.
Você vê hoje facilmente meninas de 14, 15 anos brincando de bonecas de verdade, ou melhor, brincando com seu filho(a) de boneca, você vê hoje meninos de 11, 12 anos com revólveres de verdade, brincando de guerra de verdade, como podemos construir um futuro melhor para esse gente?

Parece que hoje em dia a ingenuidade é algo abominável! As crianças tornam-se adultas muito mais cedo do que antigamente, o mundo virtual de hoje é dominado por ladrões que roubam sonhos e poesias, onde ao invés de mergulharmos num livro e num mundo de faz de conta como em Mary Poppins, torcemos para que o mundo de um livro ou de um jornal qualquer possa jamais tornar-se a nossa realidade! .




post by: Marcio at 1:41 PM




O culto à miséria

Ralph Rosário Solimeo




Há uma corrente, que cresce dia a dia, que prega o culto à miséria, ou o miserabilismo. É um movimento espalhado por vários países e que congrega intelectuais de esquerda, teólogos da libertação,ecologistas, indigenistas etc., que se fazem muito ativos, especialmente, nos diversos encontros do Fórum Social Mundial.

Principais defensores deste movimento no Brasil, e na América Latina em geral, são os leigos e religiosos ligados à teologia da libertação, que fazendo a leitura das Sagradas Escrituras usando das categorias marxistas, abominam a desigualdade natural entre os homens e proclamam que a causa causarum, (causa das causas), de todos os males, que afligem a sociedade e seus indivíduos, são as desigualdades econômicas.

Na busca do igualitarismo, sabendo ser impossível igualar todos os homens num mesmo padrão de riqueza, pregam que o homem deva ter as suas condições materiais reduzidas ao mínimo indispensável à sua sobrevivência, condenando como supérfluo e pecaminoso todo o progresso individual e a busca do conforto. Para eles "o pecado" não é a riqueza, mas as desigualdades; têm como lema que "a miséria repartida não é sentida".

Numa mistura de indigenismo com comunismo, defendem uma mudança radical da sociedade, propondo um modelo anarco-tribalista: uma sociedade sem Estado, igualitária, sem propriedade privada, praticando uma economia de subsistência e unida por frouxos laços de uma religião sem dogmas, sem clero formal, sem hierarquia- uma volta à cultura neolítica. Um dos próceres dessa corrente, teólogo brasileiro, que foi suspenso de suas ordens pelo Vaticano, assim se expressa: Construir uma sociedade "verdadeiramente comunista no sentido bíblico da palavra "não tem como meta" um socialismo da abundância, mas da pobreza".

Em nenhum texto do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo encontramos guarida para tais interpretações, muito pelo contrário. Jesus prega a pobreza como uma forma de sacrifício, voluntário e individual, como um dos instrumentos para se adquirir mais méritos perante Deus e não como um comportamento obrigatório e condição única para se alcançar o Céu, como se houvesse uma relação direta entre a pobreza e a salvação eterna.
Durante a Sua pregação, Jesus não condena a riqueza em si, o conforto e o progresso individual, mas o mau uso que deles se faça. Isto se pode depreender de suas inúmeras parábolas como na do filho pródigo : ".. Trazei-me depressa a melhor veste e vesti-lha, ponde-lhe um anel no dedo e calçado nos pés. Trazei-me, também um novilho gordo e matai-o.."(Lc 15, 22-23) na parábola dos dez talentos, em que é condenado aquele servo que não se preocupou em multiplicar o seu ganho.( Mt 25, 14-30), etc.

Pecado não é: ter a abundância de bens, mas ser egoísta e ganancioso; gozar do conforto, mas usar de soberba e de ostentação; comer bem e fartamente, mas a gula; cultivar a elegância e a beleza, mas o orgulho e a vaidade. Pecado, enfim, não é ser rico ou pobre, mas não amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo com a si mesmo

O culto à miséria, com a sua ode à feiúra e ao igualitarismo, nega a beleza e a perfeição da Criação Divina, em que na unidade de cada espécie, reside a diversidade entre os seus indivíduos: assim como não há duas rosas absolutamente iguais, também, com muito mais razão, não se pode pretender igualar os homens, eis que não possuem todos o mesmo engenho, arte ou interesses e, principalmente, porque podem fazer uso livre da inteligência e da vontade na busca do seu vir a ser.


post by: Marcio at 11:25 AM



A linguagem do Brasil

Luciano Pires




Você reparou no efeito colateral das CPIs televisionadas? A autoridade está lá, discursando sobre ética, democracia, macroeconomia e estratégias para colocar o país nos trilhos, tentando explicar o inexplicável, justificar o injustificável. Repentinamente solta um "menas". Tudo bem. Ato falho. Vamos continuar apreciando o discurso. Sai um "nóis". Rá,rá... Tudo bem. É vício de linguagem. Também tenho os meus. Aí sai um "própio". Êpa, ele escorregou. Tudo bem. Aí vem um "poblema". E mais um. E outro... Êpa.

E você repara mais na dificuldade dela em colocar um "s" no final das frases plurais. Ou a concordância que mais parece discordância verbal.

Pois saiba que isso não é escorregão não. É convicção.

Aquela autoridade não é uma autoridade. É "otoridade".

A CPI pela tv nos mostra como a língua portuguesa está ficando feia e inexata por estar infestada de maus hábitos. De "pobremas", que acabam se espalhando pela imitação... Isso é efeito de nossos pensamentos pobres, medíocres, alinhados com a cultura pocotó desta sociedade da informação superficial. E sabe o que é pior? Um efeito pode tornar-se causa. E passa a reforçar a causa original, produzindo o mesmo efeito ampliado, num crescendo. É como a história do sujeito que bebe por se achar um fracassado e fracassa mais ainda por beber, sabe como é?

A linguagem pobre incentiva os pensamentos pobres que incentivam o empobrecimento da linguagem... E lá vamos nós na espiral da mediocridade.

Quem consegue se livrar desses maus hábitos consegue pensar com mais clareza. E pensar com clareza é o primeiro requisito para quem busca, por exemplo, reformar a política brasileira. Ou a economia. Ou a segurança...

Então a defesa do português bem falado e escrito não é um detalhe sem importância! É parte de qualquer movimento que tente melhorar este país.

Falar direito é o primeiro passo para pensar direito. Tem a ver com capacidade de julgamento, com a percepção da própria ignorância. Com a capacidade reflexiva do indivíduo.

Foi Wilhem Reich quem disse: ninguém tem culpa de ser ignorante, mas tem culpa de não buscar a cura.

Quem não fala direito o próprio idioma pode assumir um cargo de exposição pública, onde servirá como referência para milhões de pessoas? É normal isso? É aceitável?

Tem gente que jura que é, que acha que o sujeito é "genoíno". Pela origem humilde, tem licença para errar.

Pois eu repilo, como diria o Zé Dirceu.

Olha, pode ser que você não se incomode com esses detalhes. Talvez até sinta-se tentado a escrever um e-mail me acusando de preconceituoso, de elitista, de mauricinho, de os cambau.

Quer saber? Tudo bem.

Cada um com seus pobrema.


post by: Marcio at 11:38 AM



Don Quixote de La Mancha

Marcio Estanqueiro




Estava lendo hoje pela manhã, no caderno de prosa e verso de O Globo, um texto que me chamou muito atenção. O texto falava sobre a obra prima de Miguel de Cervantes, Don Quixote de La Mancha e seu amigo e fiel escudeiro, Sancho Pança.
Considerada como uma das melhores obras de ficção de todos os tempos e reconhecida por mais de 100 críticos literários, vindo de todos os lugares, como o melhor livro do mundo. O cavaleiro da triste figura, nome dado pelo seu escudeiro, encontra paralelos em muitos de nós hoje em dia, onde podemos desempenhar claramente o papel deste fidalgo de La Mancha, uma espécie de brejo-seco do reino de Castela, na Espanha.

Assim como Don Quixote vivia num mundo de faz de contas, onde ele mesmo criava suas desventuras, seus adversários, sua amada Dulcinéia, criatura que nunca existiu, apenas na mente fértil de Don Quixote e lógicamente desse monstro literário que foi Cervantes, assim também esse personagem está presente na vida de muitas pessoas.

Não sei se vai aqui qualquer desrespeito a figura de nosso dirigente, caríssimo e ilustríssimo presidente de nossa Nação, mas comparando-o com o fidalgo ilustre da história em epígrafe, poderíamos traçar um paralelo, e parece que muitas coisas encontraríamos em comum.

Quixote de tanto ler as histórias de cavaleiros, e em nosso personagem as cartilhas de grandes e tristes expoentes da política econômica, resolveu imitá-los. Foi um tremendo fracasso!
Deparou-se Quixote, várias vezes com gigantes que tentavam destruí-los, e nada mais eram do que moinhos de ventos, outras vezes rebanhos de ovelhas que confundira com exército de inimigos, destruídos e jogados ao chão pelos pastores. Mas estava sempre ali seu escudeiro Sancho Pança, que assim como Quixote, também acreditava no sonho!

No desejo de combater as injustiças do reino, de acabar com a fome, etc..e homenagear sua dama, ou no paralelo sua Nação, e depois de tanto apanhar pelas aldeias onde passava, juntamente com seu decrépito pangaré Rocinante (em outra versão o AeroLula), Quixote resolveu desafiar o cavaleiro da Lua Cheia (Sansão), da seguinte forma: o que perdesse deveria pôr fim a sua vida de cavaleiro andante. Sansão vence, e nosso fidalgo cavaleiro de la Mancha volta ao lar, recupera sua razão, renuncia aos romances de cavalaria, e morre como um piedoso cristão!

Oxalá, que esse romance de Cervantes possa encontrar, verdadeiro paralelo para que possamos despertar desse pesadelo!


post by: Marcio at 10:43 PM